segunda-feira, 7 de março de 2011

Destino do ser humano é a evolução. Todo o universo está em constante evolução e o ser humano não é uma exceção. O foco da evolução humana é a perfeição, o estado de paz total, de ausência de tensões, de plenitude.
As pessoas têm uma necessidade natural de evolução, de crescimento. Elas precisam apenas ser apoiadas e motivadas para a obtenção dos melhores resultados.
Há duas maneiras de evoluir:
  1. Pela ação / Com direção definida – fazer acontecer, participar ativamente do processo.
  2. Pela omissão / Sem nenhuma direção – “deixar rolar”, tal como os                               animais irracionais.
A evolução pela ação é mais acelerada e é a melhor opção quando o direcionamento é correto, mas quando ele é equivocado ela é fonte de desilusão e sofrimento e os ganhos decorrentes da ação são reduzidos. A evolução pela ação é fruto da experiência. Ao fugirmos da experiência fugimos da evolução. Quem tem o conhecimento, mas não o aplica, não o experimenta, se equipara ao que não tem o conhecimento. Quem não experimenta não erra, mas não evolui. A experiência está tanto em fazer algo como em deixar de fazer algo. A experiência está em se fazer aquilo que se crê ser o melhor para o próprio processo evolutivo, para a busca da felicidade, e em deixar de fazer aquilo que achar ser ruim para o processo.
São fatores essenciais para a evolução o instinto, a intuição e a razão, bem como as necessidades naturais positivas.
Evoluir não é uma opção é o destino do ser humano e a evolução se dará pelo amor ou pela dor, pelo sofrimento ou pelo esclarecimento. Até o milênio passado a evolução deu-se principalmente pela dor e sofrimento, baseada na culpa, no medo e na insegurança, mas, considerando a evolução atual dos meios de comunicação, da conscientização da sociedade para as questões de interesse coletivo e o cada vez mais reduzido nível de risco à sobrevivência, pode-se concluir que a fase da evolução pelo amor e pelo esclarecimento já foi iniciada.

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